terça-feira, 15 de julho de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
domingo, 13 de julho de 2008
13 de julho
Hoje acordamos cedo.
Logo de manhã recebemos a visita de Dona Neila.
Logo de manhã recebemos a visita de Dona Neila.
Depois nos arrumamos e fomos para o casamento divertido da amiga divertida Tássia da Hora.
O BOLO

A NOIVA

OS AMIGOS
EU E MINHA ESPOSA

A FARRA
sábado, 12 de julho de 2008
12 de julho
acordei às duas da tarde.
não consegui trabalhar.
tive muitas cólicas.
passei o dia vendo tevê.
chorei vendo pela milésima vez o King Kong, que é o meu personal trauma de criança.
tem que chore a mãe do bambi, tem quem chore outros drams da disney, eu chorava pelo king kong. e chorei de novo agora. Na nova versão a paixão dele ela Ann é retribuída de tal maneira que o filme ganha direito a ainda mais lágrimas.
e não consigo dormir sem meu amor... que está trabalhando até altas horas.
não consegui trabalhar.
tive muitas cólicas.
passei o dia vendo tevê.
chorei vendo pela milésima vez o King Kong, que é o meu personal trauma de criança.
tem que chore a mãe do bambi, tem quem chore outros drams da disney, eu chorava pelo king kong. e chorei de novo agora. Na nova versão a paixão dele ela Ann é retribuída de tal maneira que o filme ganha direito a ainda mais lágrimas.
e não consigo dormir sem meu amor... que está trabalhando até altas horas.
11 de julho
Hoje o certo seria mudar o nonem do blog para ontem eu... pois escrevo no dia seguinte.
Ontem eu...
trabalhei mais de 14 horas sucessivas, obsessivamente.
não vi a estréia do programa, pois não tenho Canal Brasil e não nestava social o suficiente para encontrar alguém que tivesse.
fui dormir às 6 da matina.
não atualizei o blog porque o blogger.com tinha saído do ar.
Ontem eu...
trabalhei mais de 14 horas sucessivas, obsessivamente.
não vi a estréia do programa, pois não tenho Canal Brasil e não nestava social o suficiente para encontrar alguém que tivesse.
fui dormir às 6 da matina.
não atualizei o blog porque o blogger.com tinha saído do ar.
quinta-feira, 10 de julho de 2008
10 de julho
Estou emocionada vendo o especial sobre os MAMONAS ASSASSINAS, enquanto espero o computador trabalhar sozinho...
quarta-feira, 9 de julho de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
8 de julho
Finalizei o primeiro episódio do programa "Você Está Aqui".
Chama-se "meu nome é reginaldson", com Paulo César Peréio.
É a primeira série de ficção do Canal Brasil.
Na verdade é uma série de curtas (bem maldosos) de um psicopata chamado Fernando Ceylão.
Vale a pena ver...
Estréia na sexta, dia 11, às 20:15.
Chama-se "meu nome é reginaldson", com Paulo César Peréio.
É a primeira série de ficção do Canal Brasil.
Na verdade é uma série de curtas (bem maldosos) de um psicopata chamado Fernando Ceylão.
Vale a pena ver...
Estréia na sexta, dia 11, às 20:15.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
domingo, 6 de julho de 2008
6 de julho
Acordei bem cedo e fui escalar com a Marcia. Foi ótimo, como das últimas vezes. Gosto muito de escalar com ela, principalmente por essa falta de pressa e de cobrança. Gosto de ser cobrada por meus parceiros, que me querem ver evoluindo sempre, mas gosto do relaxamento de escalar com alguém que, como eu, também não tem toda essa regularidade e só vai até onde tem vontade... se cansar volta. E entende meus medos, né? Sem passar a mão na cabeça, também, sem querer me cuidar. Ah... é bom.
Bom, Marcia não escalava há uns 2 anos e meio até a gente combinar uma cordada feminina no dia 8 de maio. Quando eu aprendi a escalar, aprendi com ela e, principalmente, com o marido dela, que na época era presidente do Clube Excursionista Light. Aliás comecei a escalar justamente por causa deles.
Começo o Flavio há muitos anos. Tipo, uns 12 anos. Conheci ele mais ou menos na época em que ele começou a namorar com a Márcia. Bom, um dia, há uns 7 ou 8 anos atrás eles resolveram oficializar o casamento e deram uma festa num casão lá em Santa Teresa. Fui no casório e me surpreendeu a quantidade de "aventureiros" presentes nela. Havia escaladores, trilheiros, gente que praticava corrida de orientação. E a conversa girava em torno desses assuntos. Alguém havia acabado de ir ao Everest ou algo assim. Na verdade não me lembro bem. Lembro só de ter contato, de leve, com esse mundo estranho, misterioso e sedutor da aventura e do montanhismo.
Me vendo loucamente interessada naquilo tudo o Flavinho convidou:
- Vamos fazer o Costão do Pão de Açúcar qualquer dia?
- Como assim?
- Olha, tem uma caminhada até lá em cima com um lancezinho de escalada no meio e acho que você vai curtir.
Meu Deus! Eu ia subir o Pao de Açúcar caminhando e escalando! Fiquei louca. Alguns dias depois lá fomos nós. Um grupo grande, guiado pelo Flavio. Dava medo aquilo. Tinha ouvido histórias de pessoas bastante próximas que haviam se acidentado subindo por ali. Um conhecido tinha párado no hospital depois de uma queda e lá ficou por uns dois meses. Flavinho respondeu aos meus medos de maneira muito séria: Se quer vir fazer uam coisa dessas tem que saber o que está fazendo e tem que ter segurança.
E com todo carinho me levou lá pra cima e me apresentou ao mundo das cordas, sapatilhas e boldriers.




Bom, Marcia não escalava há uns 2 anos e meio até a gente combinar uma cordada feminina no dia 8 de maio. Quando eu aprendi a escalar, aprendi com ela e, principalmente, com o marido dela, que na época era presidente do Clube Excursionista Light. Aliás comecei a escalar justamente por causa deles.
Começo o Flavio há muitos anos. Tipo, uns 12 anos. Conheci ele mais ou menos na época em que ele começou a namorar com a Márcia. Bom, um dia, há uns 7 ou 8 anos atrás eles resolveram oficializar o casamento e deram uma festa num casão lá em Santa Teresa. Fui no casório e me surpreendeu a quantidade de "aventureiros" presentes nela. Havia escaladores, trilheiros, gente que praticava corrida de orientação. E a conversa girava em torno desses assuntos. Alguém havia acabado de ir ao Everest ou algo assim. Na verdade não me lembro bem. Lembro só de ter contato, de leve, com esse mundo estranho, misterioso e sedutor da aventura e do montanhismo.
Me vendo loucamente interessada naquilo tudo o Flavinho convidou:
- Vamos fazer o Costão do Pão de Açúcar qualquer dia?
- Como assim?
- Olha, tem uma caminhada até lá em cima com um lancezinho de escalada no meio e acho que você vai curtir.
Meu Deus! Eu ia subir o Pao de Açúcar caminhando e escalando! Fiquei louca. Alguns dias depois lá fomos nós. Um grupo grande, guiado pelo Flavio. Dava medo aquilo. Tinha ouvido histórias de pessoas bastante próximas que haviam se acidentado subindo por ali. Um conhecido tinha párado no hospital depois de uma queda e lá ficou por uns dois meses. Flavinho respondeu aos meus medos de maneira muito séria: Se quer vir fazer uam coisa dessas tem que saber o que está fazendo e tem que ter segurança.
E com todo carinho me levou lá pra cima e me apresentou ao mundo das cordas, sapatilhas e boldriers.




sexta-feira, 4 de julho de 2008
4 de julho
Consegui resolver alguns problemas burocráticos que ontem ficaram pendentes.
Aliás ontem foi o dia dos desesperos.
Nada funcionava.
Nem minha cabeça.
Aliás ontem foi o dia dos desesperos.
Nada funcionava.
Nem minha cabeça.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
quarta-feira, 2 de julho de 2008
2 de julho
Acordei relativamente tarde, nove horas. Eu e Mari. Saímos correndo. Eu vim trabalhar cedo, pois hoje quero sair cedo. Fui almoçar com minha avó por parte de pai. Amo muito minha avoó, mas ela anda tão esquecida... Me faz sempre as mesmas perguntas e a pior é: e namoradinho, não tem não? Não, vó, não tem. Não tenho tempo. è o que sempre respondo. A cuidadora dela hoje estava numas de me ajudar a me livrar das pergutas constrangedoras, e sustentava: Pois é, dona Iracema, quem está investindo na carreira não tem tempo para essas coisas não. Já viu homem que garante aposentadoria? Se fosse assim seria bom. E assim fui me livrando as perguntas constrangedoras. Fui de bicicleta, voltei do Cosme Velho em cerca de 1 minuto e meio. Muito rápido, devido à ladeira. Trabalhei muito. O diretor do programa "Você está aqui", que eu estou editando, veio aqui para ver os progressos. Estamos nos dando bem, eu e Ceylão. Que bom. Dona Neila disse que andou ouvindo da gente do Canal Brasil, que estátodo mundo louco com o trailer... inclusive levando cópias para casa. E elogiáram muito a edição Hehehe.
Bom, agora saio para ver a final da Libertadores com meu querido irmão. Eu sou Flamengo, mas não sou escrotinha viu?!
"Eu acredito!"
Bom, agora saio para ver a final da Libertadores com meu querido irmão. Eu sou Flamengo, mas não sou escrotinha viu?!
"Eu acredito!"
terça-feira, 1 de julho de 2008
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