domingo, 18 de janeiro de 2009

13 de janeiro

Fazendo arte.
Dei um acabamento em um trabalho.
Happy Birthday
Pillot sobre cartolina

12 de janeiro

Acordo com vontade de resolver os problemas da casa.
Ando assim nesses dias de começo de ano.
Arrumando casa, fazendo trabalhos manuais.
Enfeitando, essas coisas.

A carpinteira
Pendurando um quadro

Enfeitando a tomada do banheiro

Da cozinha
Do quarto

11 de janeiro

Levo os rapazes para conhecer o Cristo. Uma lindeza, obviamente.


Neto, Tuca e Donkey, esperando a hora do bondinho.


MAs que amor, hein?

Depois, banho de bica nas Paineiras. Um dos meninos, que eu rapidamente apelido de Donkey (do Shrek) não para de perguntar se já estamos chegando, qão longe são as coisas, se vamos perder o bonde. Ai ai ai ai.


E, para terminar, uma rápida pizza no mamma rosa. Toninho gosta. que bom.

9 de janeiro

Toninho, meu irmão mais novo, chega ao Rio com dois amigos.
Encontro com eles e meu pai no centro e levo a garotada para um passeio de bonde. Do jeito emocionante, claro, de pé do lado de fora. Mas vcs acreditam que eles não gostaram de sentir o friozinho de passar pendurado por cima da Lapa? Bando de frouxo! :-P

5 de janeiro

Dia de voltar para casa.
Já volto correndo para o trabalho.
Bom de trabalhar a tarde é que dá para se dar esses luxos.

4 de janeiro

Dia nasce chuvoso. Manhã em casa e resolvemos ir até são Pedro da Seera almoçar.



Para animar nosso dia resolvemos brigar com um garçon mal educado de um restaurante e voltamos até a chocolateria onde tomamos dois maravilhosos caldos.

Depois passeamos um pouco pela cidade, sem ter muito o que fazer.




Voltamos para casa e, sem resistir, entramos na internet.



A ponte que chega no condomínio de D. Neila.

Mari se apaixonou perdidamente pela cadeira.

O Jantar, uma macarronada do que tinha, ficou uma delícia.
Último dia na casa, já sentimos saudades (apesar das aranhas que estão por todos os lados).



O anoitecer

O Gafanhoto não se mexe nem um milímetro. Chegamos a conclusão de que morreu eletrocutado e tomamos banho sem medo.



3 de janeiro

Depois de um farto café da manhã, fomo para lumiar. A cidade é micra e fofa. Loucamente é cheia de sapatonas das antigas. Não sei se lá é um refúgio da classe, ou o quê. Divertido de ver.

Passamos o dia caminhando. Como não tínhamos carro, fomos à pé a duas cachoeiras, o Poço Belo e a Indiana Jones, que ficava a 6 kilometros da cidade. Seis quilomentros não são muito, mas eram todos de ladeira para cima. Fizemos em algumas horas, mas valeu a pena.




O Poço Belo - onde tem um bar com deliciosos sacolés de fruta e pastéis de broto de bambu.



Na Indiana Jones mostrei meus incríveis músculos e me refresquei na cachoeira. Mari ficou com preguiça.

Lá, conseguimos uma carona com uma sapatona local. O que passamos o dia para fazer, desfizemos em menos de dez minutos. Isso é foda.

De noite, São Pedro da Serra. Descobrimos uma chocolateria e ficamos nela até o último ônibus.

Chegando em São Pedro da Serra, onde é procurada da polícia, Mariana tentou se integrar à paisagem.

Cara de felicidade na chocolateria

De noite, mais aranhas.
E descobrimos que havia um gafanhoto morando no banheiro.
Banhos ficaram um pouco tensos depois disso.

2 de janeiro

Trabalhei até umas duas da tarde.

Depois fui pra casa almoçar, arrumar as malas e partimos.

Dia de rodoviária lotada. Chegamos em Lumiar de noite já. A casa repleta de aranhas as mais estranhas e gigantes. MAs sobrevivemos.


1 de janeiro

Começamos o ano cada um com os seus.
Ela na festa dela, eu na minha. Melhor assim, foi bem feliz.
Reveillon mesmo começa no dia 2.

domingo, 28 de dezembro de 2008

27 de dezembro

Fiz aproveitamento do lixo

sábado, 20 de dezembro de 2008

20 de dezembro

Brinquei horrores com a tablet.




desenhei muitos homens feios.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

16 de dezembro

Há os bons dias e há os maus dias. Hoje foi um bom dia.

Sonhei que tinha um filho de sete anos que adorava correr pelado pelo jardim e comia folhas que pegava do chão. Ele era loiro com cachos enormes e desgrenhados.





De manhã fui encontrar minha querida Clá e sua filhinha. Me controlo para não tentar encontrar demasiadamente, pois sei que ela não tem como. Mas bem que eu queria. Comemos um árabe que encomendamos na rotisseria do Lgo do Machado.



Eu, minha musa e a musa dela


Quando vou embora, grata surpresa: encontro Di, um amigo da dadolescência,no ponto de ônibus.

Di eu cnheci na praia. Eu devia ter uns 15 ou 16 anos, fui à praia sozinha e fiquei lendo. Perto de mim havia um grupo de pessoas com cara de serem bacanas e, de alguma forma, eu devo ter puxado papo. Depois disso ficamos amigos e por uns 2 anos frequentei aquele grupo. Eles tinham, em média, uns 10 a 15 anos a mais do que eu. Mas sempre me aproximei de gente mais velha e foi normal. Por algum motivo, eu e di nos mal-entendemos (acho que foi um mal entendido tão mal entendido que nem tivemos como discutir, pq não havia base para isso) e nos afastamos. mas sempre que nos esbarramos fico alegre. E hoje batemos um papo longo, no ponto de ônibus, enquanto eu esperava o famigerado 570. E trocamos telefones. Quem sabe voltemos qa nos falar com frequencia? seria bom.

Chegando no trabalho, nada para fazer. Vou-me embora cedo. Ver novela. Brincar na tablet.

A coisa que mais incomoda é a chuva que não pára.
Seriam prévias para o Canadá?

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

15 de dezembro

Estou exausta do show da madonna de ontem.
O dia começou com uma terrível invasão de cupins preto na casa.
Por algum motivo, me sinto desanimada hoje. Inútil. Desagradável.
Posto que decidi me tornar uma verdadeira poeta, e nisso reside irresistível desejo de publicar um primeiro livro, estou na internet buscando formas de fazê-lo. Tudo parece tão difícil, inútil, brega, chato, caro, ruim. Não vou desistir porém. Estou começando a aceitar que terei de pagar. Que terei de esperar. Que será duro o caminho. Sinto que, nesse exato momento, tem uma poesia nascendo em mim, mas não consigo escutar. Acho os poetas, em sua grande maioria, uns chatos pedantes. Serei eu a chata pedante? Ou a preconceituosa? Ou a deslocada?
Sei lá. To meio perdida hoje.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

12 de dezembro

Sim, muito tempo sem escrever.
Hoje eu estou sem saco para a vida. Vim trabalhar cedo, o que significa que já estou cansada.
Espero uma locução há duas horas e meia. Só isso. Mal tive tempo de comer antes de vir.
Só esperando a merda da locução.

De bom: Mariana me deu um tablet de presente. Mal posso esperar para testá-lo.
Mas, ao mesmo tempo, to tão cansada que só queria deitar em frente à tv, depois de tomar um belo banho, e ficar lá um tempão.

è isso.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

3 de dezembro

Ontem fiquei angustiada com a capacidade das pessoas de ficarem chateadas com qualquer coisa. Com a falta de boa vontade alheia. Com as caras feias de uns e omissões de outros. Coisa básica de escritório, mas que eu nunca me acostumei, ainda mais tendo passado tanto tempo trabalhando com um grupo muito reduzido de gente.

Essa noite passei a noite inteira tentando matar um cara. Ele era perigoso e precisava ser capturado ou morto. Quando eu achei que o havia prendido ele escapava, nadando por um rio. Eu ia atrás e o matava afogado. Fim.