domingo, 31 de agosto de 2008

31 de agosto

Fui ver a exposição da clarice linspecto no CCBB. Gostei.
Fui ver um filme no cinema. Gostei também.

sábado, 30 de agosto de 2008

30 de agosto

Dia de muita chuva.
Chuva que me faz querer ficar em casa sozinha em silêncio e mais nada.
Trabalhando nas minhas coisas de sempre.
Mas mais tarde tem festa de duas super-amigas e vale o esforço fazê-las felizes.
Sempre vale, não é?
Na verdade eu gosto mesmo é de inventar desculpas para ficar em casa e não ir a lugar nenhum. Ontem eu teria ido a qualquer lugar. Estava numas. MAs hoje vai ser um parto sair de casa.
Mas vou.
Culpa de Elisa, uma amiga que fez um enorme discurso sobre a importância de se comparecer aos aniversários das pessoas.
E Elisa não me sai da cabeça cada vez que penso em arrumar uma desculpa para não ir.
Tudo bem, então. Eu vou.
Mesmo porque eu amo as pessoas que hoje fazem anos.
E mesmo porque elas não fazem anos quaisquer, fazem trinta anos e isso é mais do que caso a ser comemorado.
Então tá, mais tarde tem festa. Mas é bem mais tarde.
E por agora posso aproveitar meu quarto, minhas bagunças e meu compuytador chumbrega.

Postei no youtube um videozinho experimental que ficou anos encalhado até sair.

encenação
Aí vai:


29 de agosto

Preguiça de escrever.
De trabalhar.
Fiz apenas trabalhos burocráticos.
Vim pra casa em uma noite insone.
Sonhei que comia sem parar. E engordava igualmente.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

28 de agosto

Um dia sem muitas novidades.

Quero dizer... os computadores hoje não estavam para mim. Insistiam em encerrar programas, a travar no meio de render e eu desisti do trabalho antes da meia noite.

Chegando em casa havia dois pacotes na portaria para mim. A entrega de dois livros que comprei pela internet em sebos espalhados por aí.
Em um deles havia uma surpreza: Junto com o livro que encomendei, o dono do sebo me mandou outro, de brinde. Um livro feioso, esquisito. OLhei o nome da autora (estranhamente Angela Moss de Sá) e o nome do cara que me enviou (Gabriel Moss de Sá) e tive certeza de que são irmãos (pq irmãos? Sei lá. Só concluí isso).

Lendo a contracapa do livro (De que lado estás, é o título) junto com uma foto dela apoiada a um parapeito de uma ponte, a autora diz que:

"Aos dezesseis anos escrevi dois poemas. Passaram-se vinte e dois anos. Aos 38, após um duro golpe, recomecei. Por quê? Porque sempre esteve tudo lá, adormecido. Esses pequeno livro (Esses pequeno livro mesmo, tá? Não é erro de digitação. Pelo menos não MEU erro de digitação), fruto de muitos anos de esforço, é o primeiro dos muitos que virão (não vieram, foi editado em 1998). Porque estão em mim, virtualmente. E todo virtual tende a se atualizar. Mas faz-se necessário um encontro: desejo e força. Todo homem precisa expressar-se de alguma forma. A minha é a palavra poética. A isso chamo de plenitude. Outros o Chamam de Deus."

Putz.

Fiquei me perguntando se o tal Gabriel envia esse livro para todos os seus compradores, para divulgar o trabalho dela... ou se o faz para se livrar de alguma quantidade absurda de livros que devem estar encalhados em sua livraria.

Porque esse homem me enviou esse livro, sem mais nem menos?

Fico querendo saber a história por trás desse ato.
A história desses dois irmãos. Dessa irmã que faz com que ele seja o responsável por divulgar (se livrar) a sua obra. Dos sentimentos dele quando embala um livro de ficção científica (Crônicas Marcianas, de Ray Bradbury) e decide colocar o da irmã junto. Como ele espera que uma leitora de ficção ciêntífica vai receber o tal livro.

Agora mesmo resolvi dar uma olhada no livro e notei a dedicatória que me foi feita:

"Sra Bárbara,
Este livro escrito com desejo e entusiasmo segue como uma cortesia para a senhora.
Felicidade,
Gabriel."


Sinto-me imediatamente culpada.
Agora preciso ler alguma coisa deste livro (são continhos). Há uma dedicatória para mim. A pessoa que me mandou este livro (agora já acho que é o marido da autora) escreve dedicatórias para seus compradores a quem o oferta.
Há um desesperado carinho nisso.
Uma real preocupação de que quem receba o livro dê a ele alguma importância.
Deseja-me felicidade e me diz que o livro foi escrito por causa da felicidade (é o que entendo da dedicatória).

Agora sinto-me obrigada a descobrir que livro é esse.

Amanhã posto o próximo capítulo dessa história.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

27 de agosto

Dia tudo de bom.

Começando com um belo passeio de bicicleta no Aterro.
Gravei dois vídeos, um curto e um de 12 minutos.
O curto eu postei no youtube




Do longo estou salvando alguns momentos:









Depois fui procurar quem me ajude a criar um dispositivo para prender a câmera na bike, porque ficar segurando na mão é foda. Tira muito a mobilidade.

À noite, despedida da Maíra na casa da Marina.
Finalmente conheci a casa dela´que é um xodó. Adorei.
E a festa foi divertidíssima. Bom gastar um tempinho com essa gente que a gente gosta tanto.

Ah! fui e voltei de fusca, sozinha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
To ficando viciada.

Carlos esquelético


Momento amiga eu te amo!


Ana pasou horas enquadrando esta foto:
(comentário: hummmmmmmm)


Técnica Bruno Viana de tirar fotos com o dedo no flash


HAhahahaha

carlos esquelético2:


Pirundo com cara de quem acabou de dizer um absurdo.




Troféu pessoa simpática


Pois é!

Tatoos posando


As amigas


Então, a foto segunte é um close do Pirundo.

Fernanda não conseguiu imitar a técnica Bruno Viana para fotos com o dedo no flash


Eu e Fê. Que amoooooorrrrr


Eu e Zé Ramalho

terça-feira, 26 de agosto de 2008

26 de agosto

queria chamar o dia de hoje de "O dia da Bárbara".

Recebi um elogião no trabalho do colega Bruno de carvalho, com quem divido a edição do "Você está aqui". Ele é um puta editor, além de videoartista e fofo de plantão. Foi bom demais ouvir o elogio. Pena que não sei como reagir a essas coisas.

Dona Neila também estava numas. Inventou que quer transcrever meus poemas para vídeo. Que quer colocar no youtube. Que adora o que eu escrevo.

E eu fiquei boba boba.

Para completar eles adoraram meu vídeo da bicicleta.
Hoje fiz mais dois. Consegui, depois de muito esperar, colocar o primeiro no youtube.
Esse eu fiz na rua das laranjeiras:





O Outro eu fiz na volta para casa, à noite. Mas vai demorar um tempo até entrar no youtube, entao acho que não vou postar.

Achei as umagens que eu capturei nesse primeiro vídeo muito bacanas e resolvi passar um photoshop nelas.






segunda-feira, 25 de agosto de 2008

25 de agosto

Passei o dia meio atolada.
Sabe quando as coisas não dão muito certo?

Comecei queimando o arroz...




Depois me enrolei no trabalho.

Mas hoje eu estava menos para o trabalho e mais para outras coisas.
Acordei fazendo um desenho no quadrinho de casa.





Resolvi gravar minha ida ao trabalho.
Vou de bike, porque sou preguiçosa (acho que já falei disso antes).
Vim bem devagar, com medo de derrubar a câmera. Normalmente demoro 1 minuto e 15 segundos, hoje demorei 1'55".




(Notem a quantidade de fuscas estacionados no pequeno trajeto. E nenhum deles é o meu. Para vc ver como eu tenho razão quando digo que aqui é a terra dos fuscas.)


Fiquei feliz com a gravação. Até por causa dos tremeliques.
Fiquei com vontade de inventar um dispositivo para prender a câmera na bike.
Acho que pode ser divertido.

Por último, tirei uma foto de um desenho que fiz no escritório , outro dia, enquanto esperava um render.

domingo, 24 de agosto de 2008

24 de agosto

Acordei relativamente tarde para quem queria escalar.
Eram já dez da manhã e minha parceira de hoje nem nada de ligar. ela é vizinha e interfonei. A notícia: "caí da bike e torci o pulso, não vou poder escalar". Putz. Em cima assim, nem tentei ligar para ninguém.

Lavei louça, lavei roupa e li o jornal.
Mari dormia o sono dos que trabalham madrugada a dentro, então eu resolvi dar uma volta de bike para não perder o dia lindo.

Saí de casa e fui até a Lagoa. A idéia era dar 4 voltas, mas morri na terceira. Foi divertido porque encontrei um monte de gente. um pessoal do clube de montanhismo, um ex-colega de trabalho, o irmão da Lara que passou correndo e, finalmente, a Taíssa e o Reinaldo, amigos de sempre.
É divertido passar pelas mesmas pessoas over and over again.

Voltei para casa exausta. Acordei a mari, comi japonês e depois saímos para dar umas voltas de fusca, comigo no volante.

Ahahahaha
Adorei! Minha primeira volta de fusca à noite. Fomos ao catete e a botafogo. Voltamos para casa e saímos de novo. Ficamos dando voltas e mais voltas em círculos. Mariana gravava o passeio. Eis o que é juntar um fusca, a rua Pinheiro Machado, barbs ao volante, e Mari na camereta:
(o melhor é o final)


sábado, 23 de agosto de 2008

23 de agosto

Estou morrendo de preguiça...










Horas depois...


DIRIRGI O FUCA SOZINHA PELA PRIMEIRA VEZ!
Fui até o Largo do machado e voltei.
Para mim foi uma conquista!
UHU!

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

21 de agosto

Descobri que o meu psicopata favorito tem coração...



Fernando Ceylão. O nosso homem mau.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

20 de agosto

Saí do trabalho com essa cara:


terça-feira, 19 de agosto de 2008

19 de agosto

Tentando colocar o blog nos eixos. Ando com dificuldades para atualiza-lo.

Comecei vendo o Brasil levar uma goleada da Argentina no futebol masculino. Claro, ô timinho de merda, só não perdeu antes porque os outros timinhos conseguem ser ainda piores. Quer saber? Na verdade eu estava mesmo era torcendo pela Argentina, que estava lá para jogar futebol, enquanto o Brasil estava lá para ficar tocando bola de um lado para o outro.

Ai ai ai.

Tentando terminar o Museu nacuional. Virou novela essa edição. Nunca termina.


Vou ao trabalho mais tarde, para ver se funciono em casa.

....

À noite ajudei Dona Neila a colocar uns videozinhos seus velhos velhos no youtube. Segue aí:

Homenagens aos cem anos de Charles Chaplin




18 de agosto

Terminei mais uma edição.
Vi Dona Neila.
Vi o Brasil ganhar no volei feminino.
Dormi tarde.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

17 de agosto

Acordei, como todos os dias, para ver olimpíada.
Mariana saiu da cama tarde, eu já ia saindo para um almoço com a galera, mas aí a Mari propôs: Vamos dar uma voltinha de fusca, eu dirijo a ida até o posto e você dirige a volta.

Eu fui feliz da vida. Foi a primeira vez que dirigi o fusca pela rua. Eu fiquei 4 anos sem dirigir porque minha carteira havia vencido e eu nunca renovei. Agora, de carteira nova, tenho que retomar. Vim direitinho, mas matei um pombo...

Pois é...
Sou um perigo...


MAri, dirigindo o fuca



Depois fui de bike para o almoço promovido por Fernanda Buarque de Hollanda, em homenagem à Maíra Francisco Sala e realizado pela chef Marina Calvet, na casa de Fernanda.



Entre os presentes, destacava-se uma gatinha quietinha, mas cheia de sensualidade.











Os celulares se reuniram em um canto afastado para fofocar...