quinta-feira, 30 de outubro de 2008

30 de outubro

Volto a ter sonhos enlouquecidos.
Hoje sonhei com o fim do mundo de novo.

Dessa vez era assim: A água estava pútrida, alguns poucos animais ainda existiam e eles haviam se tornado estátuas. Minha namorada dormia profundamente. Eu estava em um pântano de filme de terror B. Eu tinha a brilhante idéia de libertar os animais e achava que, uma vez libertos, eles tomariam conta do mundo e o fariam funcionar. Eu colocava macacos, jacarés, cobras, peixes e passarinhos de volta no munbdo e acordava a Mari. Eu contava a ela da minha brilhante idéia, mas quando eu ia mostrá-la, os animais haviam todos desaparecido. Todos estavam com uma fome tamanha que haviam se devorado instantaneamente. Ainda sobrava uma cobra gigante, que eu sabia que estava lá, mas não a via nem tinha medo dela. A água estava cada vez mais mal cheirosa. Eu havia acordado minha namorada para ela morrer comigo, pois não havia nem o que comer, nem o que beber. Depressão total.

Acordei assombrada pelo sonho, como também acordei da outra vez que sonhei com o fim do mundo.




Muitos anos atrás sonhei que o sol iria engolir a terra e que havia uma nave gigante onde um milhão de pessoas iriam empreender uma viagem a procura de outro planeta. Eu não estava entre essas pessoas escolhidas. E nesse sonho havia também a descoberta de que nosso planeta era o único em que existia vida. Também foi um caso de deprê total.

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O fim do mundo é definitivamente culpa minha.




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Ando me prometendo voltar a escrever neste blog com regularidade.

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Um site chamado releituras publicou um poema meu chamado "os pés de josiane". Acho que esse site é bem visitado, pois desde então tenho recebido várias visitas e comentários no meu blog de poesias. Estou feliz de saber que alguém o está lendo.

Gostaria de voltar a escrever nele em breve.

Quem sabe eu não publico meu samba?

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

27 de Outubro

Estou com uma preguiça louca. Não preguiça de trabalhar não. Acho que é mais preguiça de não trabalhar. Ou de viver... mas não em um sentido trágico, é uma preguiça feliz.

A campanha acabou. MAriana descansa dormindo mais e mais. E eu não vivo mais um feituço de áquila com ela.

Seu sono me dá essa preguiça. Vontade de que o tempo não passe.
De que chova. De que não anoiteça.

Fim de semana bom e ruim.
Bom porque andei de bicicleta, fui à praia, vi os amigos, tomei cerveja, vi um show ótimo do Gogol Bortello e votei.
Ruim porque eu tinha verdadeiras esperanças no Gabeira.
Perdemos por tão pouco... ai ai ai.

E hoje o dia está com cara de ressaca.
De dia depois que nosso time perde o campeonato.
De que tudo vai continuar o mesmo.

Sei lá.
Espero que esse tal de Eduardo Paes seja vaidoso o suficiente para fazer metade do que disse.
Ontem, andando pela cidade cheia e colorida de verde, eu vi umas pessoas jogando lixo na Rua e me deu aquela raiva que sempre tenho de sua falta de educação.
Comecei a refletir no motivo da minha raiva e pensei comigo: tenho raiva porque eu vejo a cidade como uma extensão da minha casa. Essa rua me pertence. O Aterro do Flamengo me pertence. A praia de Ipanema, as ruas do centro, tudo isso é meu. E quem é esse filho da puta para ficar sojando as minhas coisas?

Será que eu sou parte de uma minoria que se vê proprietária da cidade, ou será que as pessoas se acostumaram a viver na sujeira e, também elas, se comportam na rua como se estivessem em sua própria casa?

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Ontem, em uma roda de amigos que eram todos meus amigos, mas não amigos entre si (aliás coisa que adoro: juntar gente diferente) eu e Renata começamos a falar de uma amiga comum que, um dia, depois de ser uma de nossas melhores amigas por muitos anos, nos virou as costas e deu de ombros para a gente. Renata me contava que não tinha mais contato com Maria. Eu contei para ela o que ouvi da mesma numa mesa de bar: que nossas vidas não tinham mais nada a ver. Que agora os amigos de verdade dela eram os amigos do mestrado e que não tinha mais nada para falar comigo. Renata ficou espantada de ela ter me dito isso. Mas foi tratada da mesma maneira que eu.
Pelo menos nós duas descobrimos que não foi algo pessoal contra uma ou outra e que nenhuma de nós está maluca. Bom saber que a maluquice é dos outros. Sempre bom.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

23 de outubro

estou realmente fazendo um esforço para voltar à rotina de escrever.
Estou no trabalho.
O computador lá trabalha sozinho, exportando um quiktime e eu espero. Resolvi então tirar uma foto da minha estação de trabalho.
Aí vai ela:



Claro que eu dei uma arrumadinha básica para tirar a foto.

A vida deu uma diminuida boa de ritmo.
Hoje trabalharam na minha ilha até mais tarde, finalizando um projeto para o Futura, portanto pude chegar mais tarde. Sete e meia da tarde, para ser mais exata. Entao aproveitei o tempo para arrumar um pouco a casa, levar um quadro para emoldurar, ir ao banco e cortar o cabelo. Tudo bem. O dia estava deslumbrante e eu DEVIA ter aproveitado para pegar uma praia, mas estou o dia inteiro com um mal humor danado. Acho que ainda é resquício de TPM. Que saco. Chegou ao cúmulo de eu ir passear na feira do livro que está rolando no Largo do Machado e NÃO VER NADA de interessante para comprar. NADA.

Isso nunca tinha acontecido comigo.

Tirei uma foto de mim aqui no computador da central escrevendo de cabelo novo.



Nisso entra no novo assistente do básico e eu fico com vergonha de estar publicando fotos de mim mesma.

Acho que vou parar por aqui.
Boa noite para vocês.
Se eu der sorte, minhas compressões não vão demorar muito e até às três da manhã eu estou fora daqui.

22 de outubro

Dia diferente.
chefa pede para chegar cedo no trabalho, 8h, pois a outra editora havia passado mal. Vou, mas a outra tb acaba indo, então sou dispensada... Pendo com meus botões: que fazer? Bom, aproveitando o dia lindo vouler jornal`na praia, visitar mamãe, almoçar com a prima. Dia agitado.

domingo, 19 de outubro de 2008

19 de Outubro

Faço um esforço para sentar em frente ao computador nesse domingo chuvoso.

Final de semana de fazer nada, não ver emails, não falar ao telefone, não sair de casa.
Minto. Ontem saí de casa.
De manhã, tomei café da manhã com minha mãe, aqui pertinho. Demos uma voltinha pelas ruas próximas, vendo as feirinhas que rolavam durantes uma certa festividade alaranjada.

Sábado chuvoso à noite, mal-disfarcei meus cabelos emaranhados, botei uma roupa amassada, peguei o guarda-chuva e parti firmemente em direção à locadora não tão próxima.

Aqui no prédio celebrava-se algum aniversário. A mesma coisa no prédio da frente. E descebtdo a rua vi mais um monte de prédios cheios de luzes, música e gentes se curtindo. Afinal era sábado à noite e Laranjeiras bombava.

Eu, feliz porque teria a noite inteira para mim, sozinha e solitária, andando super mulambenta até logo ali e voltando devia parecer um pouco esquisita.

Vi muitos filmes.
E hoje de novo.

E esse foi meu final de semana feliz por, mais uma vez, não fazer nada.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

17 de outubro

me lembrei que tenho um blog-diário.

Daí entrei por aqui, para me revisitar.
Que coisa, que coisa. Que abandono.
Minha desculpa para mim mesma e para um eventual leitor que se dignar a ler este blog é: dois trabalhos mata qualquer pessoa.
Bom, praticamente terminei um, mas havia perdido a manha, o arfã, a vontade, sei lá, de escrever todo dia.

Não, quero escrever sim. Que escrever é treino. Se a gente pára a gente esquece, atrofia, os dedos não sabem mais digitar, o endereço do blog some da memória...

Entao.

Pois é.

Como vão vocês todos?

Eu estou um pouco cansada, para variar. São 4:22 am e estou na mixer ainda. Fazendo uns quicktimes, esperando a máquina trabalhar por ela mesma.

Enquanto espero, entro aqui.

Para contar, sonhos (e mais sonhos e mais sonhos).

Tive um sonho terrível com minha avó.
Ela não havia morrido. Ao invéz disso, estava num estado entre vegetativo e ausente do mundo, não sei explicar. Ficava sentada numa cadeira de balanço que não balançava, olhando para frente. Estava em um lugar como um asilo ou hospital. Tinham-na colocado de frente para a TV. Uma moça, parecendo bem boazinha, se ofereceu para maquia-la e eu deixei, pensando que minha avó gostaria de estar sempre bonita. Ela se aproximou da vó com coisas que não vi o que eram na mão. Depois de um pouco fui ver o trabalho e ela tinha feito uma cara "coringa", em minha avo, rasgandolhe a face com uma navalha e, dessa forma, esculpindo um sorrizo monstruoso.

Não sei o que acontece, no Rio de Janeiro tenho sempre muitos sonhos e ando tendo sonhos muito pesados.

Durante o Final de semana foi diferente.
Saí do Rio e, por duas noites seguidas, não sonhei.

A coisa foi meio assim: me auto-convidei para passar o final de semana na casa de minha amiga Neila, que mora em Lumiar em uma casa que fica meio que na estrada, ou subindo uma ladeira no meio da estrada, longe de tudo, com um belo jardim de muitas árvores anarquicamente plantadas, flores, orquídeas e uma mata que ela teima de querer fazer voltar.

Me auto-convidei. Isso mesmo.
Liguei para ela e disse: posso ir aí passar um final de semana?
E ela adorou.
Me recebeu com todos os mimos que eu poderia querer:
Comida boa, minha sobremesa favorita do mundo (ambrosia), caminha gostosa, muito papo, pinga e... muito mais papo. E só.
Não havia nada para fazer nem eu quis inventar.
Demos uma volta pelo jardim, subimos a ladeira até a casa do visinho. Colhemos amoras. Tentamos ver umas estrelas, acompanhamos o trabalho de uma aranha... e só.

E não tive sonhos.

domingo, 28 de setembro de 2008

28 de setembro

Estou muito cansada.
A beira da exaustão.
Passei o final de semana chorando de cansaço.
Meus sonhos andam cada dia mais estranhos.
recorrentemente sonho com vasos sanitários no meio de estacionamentos, de galpoes, de apartamentos.

Outro dia sonhei que havia um vaso no meio de um galpão. Pessoas passavam e tal e eu me sentei para fazer xixi. Saiam de mim duas planárias. Eu as sentia sairem. eram viscosas e transparentes e eu podia ver seu DNA enquanto elas nadavam no vaso. Pensei que teria medo de fazer cocô, pois não sabia o que poderia sair de mim.

Acordei achando que estava com vontade de ir ao banheiro, mas fui e não estava com vontade de nada. Voltei para cama e para o sonho.

Eu estava no mesmo lugar, sentada ao lado do vaso sanitário. Eu pegava peças enormes de carne semi-estragada e colocava dentro do vaso e dava descarga. Peças dessas de açogue, enormes, cheias de nervos. Eram muitas. eram infinitas.

Hoje sonhei que tudo o que eu dizia um cara tatuava no meu antebreaço.
Daí ele tatuava alguma coisa errada, eu reclamava e ele tatuava a reclamação.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

22 de setembro

Primeiro dia da primavera e eu sento, depois de muito tempo, para escrever no blog.
Estou com medo de matar meu blog por falta de tempo.
Desta vez não vou tentar me redimir escrevendo sobre os dias em que não escrevi. Vou falar de hoje, que é, na verdade o objetivo do Blog.

Hoje eu e Mari fizemos 3 anos de namoro.
Três anos bons. três anos de muita luta e muito crescimento.
É bom estar com alguém que cresce e que nos faz crescer (profissionalmente, pessoalmente, poeticamente).

Comemoramos ao longo do final de semana, com um cineminha de grátis (dois filmes bem ruins, inclusive), uma comida sem gosto no restaurante coisas do interior, uma bebedeira enlouquecida em um boteco pé sujo com um bando de desconhecidas e uma adolescente grávida, um domingo chuvoso e hoje um almoço exausto no japonês.

Tá bom.
A gente não precisa de muito.
Nem de clima de romance. O romance faz parte da bebedeira e do dominmgo debaixo de cobertas vendo TV. Do macarrão muito gordo que fiz para curar a nossa ressaca.

Três anos se passaram e parece que foi ontem.
E parece que eu a conheço a minha vida inteira.

Hoje é dia de estar feliz.

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à noite, porém tive um sonho muito louco.
Vou escrever o que lembro.
Olha só:

Eu estava escalando com a mari. Ela guiava. Havia uma puta horizontal e eu começava a ir em direção a ela quando caía e pendulava. Então "a câmera" se posicionava em outro penhasco, de frente para esse primeiro, de onde eu via a cena. E me questionava se eu era a que via a cena, ou a que pendulava. E me questionava se a Mari podia se machucar.

Então eu era cercada por uma matilha de uns lobos meio pavoes, estranhos e bem maus e bem grandes que queriam me fazer pular do penhasco. Desejei ser a Bárbara que pendulava na corda.

Então eu estava em uma praia. Nesta praia encontrava uma sociedade que vivia num clima meio Lost e eles construíam um barco. Eles eram meio egipcios também. Era uma coisa estranha. Eu ia em direção a eles querendo me juntar aquilo em busca de convivência humana. Então eu encontrava quinhentos reais em uma pedra. Eu ia em direção ao líder do grupo.

Estávamos eu, o líder e mais algumas pessoas sentados em uma mesa de bar de shopping center. eu perguntava para o líder quem era o contador e ele me respondia que era uma mulher que estava sentada na cabeceira da mesa. Eu ia até ela e dava os quinhentos reais e dizia que tinha achado na pedra. Ela agradecia e ia embora.

Então eu perguntava onde ela ia, pois achava que ela fazia parte do grupo. O líder me disse que não, que ela era terceirizada, que ia embora e que só vinha de dois em dois anos. Então eu achava que tinha feito alguma merda, pois as pessoas poderiam precisar do dinheiro e eu não havia perguntado a ninguém o que fazer com ele. Eu corria atrás da contadora.

Eu estava num corredor de filme de ficção científica, meio que corredor de nave espacial, procurando a contadora. Eu via algumas televisões que mostravam as salas que davam nos corredores onde as pessoas faziam entrevistas de emprego. Em uma das televisões eu via minha mãe fazendo uma entrevista e ficava com uma puta saudade dela.

Aí eu acordei.


Ufa!

sábado, 13 de setembro de 2008

6 de setembro

I have no comments.

7 de setembro

Dia de chuva, de nada de mais. Nada acomentar.

8 de setembro

Primeiro dia de trabalho na Mixer.

Explico: quando falei que havia recebido um telefonema bacaninha de uma amiga, eu queria falar que uma chará minha me telefonou oferecendo um emprego na produtora onde é coordenadora de finalização, a Mixer. O trabalho em si é meio bobo, meio chato etc. É para trabalhar com varejo, fazer oferta (as promoções diárias de um supermercado), no caso das Sendas. Imediatamente pensei no beto, amigo que passou anos fazendo oferta do Sepermercado Guanabara, lá na Link. Eu acompanhei esse trabalho dele algumas vezes e já estava familiarizada com o tipo de trabalho. com a diferença que o beto fazia isso no Fire, enquanto eu iria trabalhar no Final Cut (e no photoshop, coisa que a Bárbara não havia me dito). Aceitei o trabalho, por muitos motivos:

1 - Para trocar de ambiente - preciso trabalhar em um lugar maior com mais pessoas e com mais pressão.
2 - Para conhecer mais pessoas.
3 - Para me familiarizar mais com o Final Cut (o que está sendo um pouco dificil, pois minha cabeça funciona em sistema Avid).
4 - Para ter um pouco de dinheiro e estabilidade (carteira assinada, acreditam)
5 - Porque o horário que eu vou ficar em definitivo (depois de alguns dias) é tudo de bom (16 à 0h).

Entao hoje foi meu primeiro dia e me enrolei para cacete.
Eu estava de TPM, com um monte de problemas na cabeça e sem saber se os problemas que enfrentava estavam entre o teclado e a cadeira, no mac velho que eu vou trabalhar ou na organização. Fiquei bem nervosa e acho que transpareci demais. Me odiei por isso.

9 de setembro

Cheguei no trabalho ás 6am para tentar ter algum tempo antes de todos chegarem, para me organizar e me entender com a edição já pronta e os caminhos dentro da rede dqa produtora. Não deu tempo de muita coisa. Logo a editora da noite chegou (o roteiro dela não havia chegado ontem e ela teve que voltar de manhã para o trabalho) e com ela uma correira desgraçada. Tinha um monte de trabalho para fazer, mas não coneguia nem começar porque, antes de tudo tinha que cortar umas fotos no photoshop e, no mac, para mim é tudo muito impreciso, difícil de lidar. Além disso a assist da Bárbara insistia em ficar me dando "dicas" de como acelerar as coisas, o que só me atrapalhava. No fim das contas a Bel (a outra editora) acabou fazendo tanto o meu trablho como o dela. Fiquei triste, mas tive que engolir.

A boa noticia é que a partir do dia seguinte iríamos trocar de trabalho (eu fazer o sendas à noite e ela o Extra de manhã). De forma que ela, a mais tarimbada, fica na correria e eu, que preciso me familiarizar com tudo, fico com o tempo necessário para isso.

De noite, na lara, Dormi em cima do teclado, pelo segundo dia consecutivo. Neila me expulsou para casa. Me senti culpada, mas nada funcionava anyway.

10 de setembro

Primeiro dia de trabalho á noite.
Cheguei às 16h e nada havia para fazer até ás 19h.

Parece que é o normal. Tempo para estudar e conhecer as pessoas.
Conheci um pouco o cara da Central. Ele parece ser um cara bem bacana. Interessado em aprender final cut. Convidei-o para estudar junto comigo. Devemos começar na segunda feira.

Fiz amizade com o Segurança Alex. Contador de histórias ele me falou dos fantasmas da casa. Eu ando sem medo de fantasmas, mas nunca é bom saber que eles estão ali. Não fiquei assustada, mas já falei alto para eles: olha só, vcs me deixam em paz e eu tb deixo vocês.

Saí de lá às 2:15 am, exausta, mas feliz de ter conseguido completar o trabalho.
E cehia de dúvidas em relação à uma determinada animação que não entendi como acontece (não entendi até agora, dia 13).

11 de setembro

De manhã na Lara, pela primeira vez nesta semana, consegui produzir e cheguei a passar a metade da edição de "Clara, é você?" Acho que este vai ficar legal.

Estou cada vez mais apaixonada pelas trilhas do Estêvão (Freixo, se alguém se interessar). São lindas lindas. Me sinto culpada por ainda não ter respondido a ele na questao de uma música que propus de fazermos juntos.

à Noite, na Mixer, Fiquei mOnstruada e tive muitas cólicas, muitas dores. O trabalho atrasou também porque fiquei esperando material. Além disso surguiu uma coisinha para fazer lá, uma cópia em DVD.

Tudo na Mixer tem sido um pouco um parto, tendo que descobrir como as coisas funcionam, a central, os computadores. O que é pau meu (do meu cérebro) o que é pau da máquina onde trabalho (que é o que mais acontece).
Aos poucos vou me entendendo, mas eu sempre sofro internamente por não saber de tudo ao mesmo tempo agora.

Nos dois segundos em que entrei no meu email li rapidamente um comentário que um filho da puta postou no meu blog Bicha Trambiqueira a respeito de um post sobre o genocídio em Ruanda, e não assinou. É tão escroto que eu acho que vou publicar uma resposta. Ou não também, não sei se tenho vontade.

Saí do trabalho às 3:15am morrendo de dor e exausta.
Esperando que o dia seguinte fosse melhor.

12 de setembro

Acordei com muitas cólicas ainda da noite de ontem e não fui ao trabalho da manhã.
A boa notícia é que, pela primeira vez, consegui terminar o trabalho na Mixer a tempo. Aliás, adiantado, e saí de lá uma hora antes, às 23 horas, de bike, para casa.